Primeiro artigo. Quase médio, mas é um começo. Será aperfeiçoado, com certeza.
Título: A JUSTIÇA RESTAURATIVA E O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Status: OK
Observação: Trabalho aceito. (Ah, bom! haha)
Avaliação: 3.5 (Deve ser de 0 a 5 ne? Pq senão n seria aprovado, seria?)
Resultado: Aprovado.
Frio na barriga pra apresentação. Tem aquele medinho de ser bombardeada com tantas perguntas a ponto de ficar atordoada e sair correndo (haha). Fico montando respostas na minha cabeça... E planejando o que vou falar nos meus 15 minutos. Inventando histoprinhas pra ilustrar.
O Jusrisciência será semana que vem. Jesus, me ajuda!
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Now playing: Phil Wickham - Divine Romance
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Oi! Meu novo endereço é Annie Escreve. Te espero lá!
domingo, 13 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Estágio pra quê?
Decidi esse ano dedicar os meus anos de graduação para investir na carreira. Uma das implicações dessa decisão é que não farei concursos, não procurarei emprego... Só estágio.
Em poucas palavras, estágio é uma oportunidade prática de aprender (ou de aprender na prática). É essencial para a formação acadêmica de qualquer curso (principalmente daqueles essencialmente teóricos). É o meio termo entre o estudante e o profissional.
Infelizmente, nem todos os estágios oferecem todo o aprendizado de que se poderia tirar proveito. É que em muitos lugares os estagiários estão lá para servir cafezinho, arrumar arquivo, atender telefone...
Para a minha felicidade, meu primeiro estágio foi logo uma tremenda responsabilidade. É, eu também arrumo arquivos, organizo pastas, atendo o telefone... mas tenho que regular os prazos, orientar os acadêmicos do 5º ano que vão fazer estágio obrigatório, e muitas vezes fazer as peças. Isso é ótimo!
Sabe o que é melhor? A vara da infância tem processos na área cível e penal. No início parece muito. Tem que ser uma esponja pra pegar rápido, porque o ritmo de trabalho é uma loucura (exceto quando a juíza ta de férias). Oportunidade de ouro ter um estágio que te permite aprender.
A parte negativa é que na maioria das vezes você tem que adiar o seu grito de independência financeira. Estágios não costumam pagar bem. É uma escolha. Eu escolhi investir na carreira.
Qualquer concurso qeu eu faça agora vai me atrapalhar quando eu tiver que fazer monografia e estágio obrigatório, vai me atrapalhar na produção acadêmica, vai ocupar horas preciosas... Qualquer emprego que eu arrume agora será mais um peso que um alívio: eu rpeciso investir na minha carreira. Agora é a hora de aprender. Depois eu penso no dinheiro. (Quem mora com os pais pode ter ess tranquilidade, né?)
Ah, claro! Abriram vagas para estágio no NEDIJ (onde eu faço estágio) e no Núcleo de Prática Jurídica da Vila C. O NEDIJ paga menos, mas tem mais trabalho. Na Vila C o pagamento até que é bom, mas fica no fim do mundo (a não ser que você more lá), e sempre tem gente do 5º ano pra fazer tudo o que é interessante.
Em poucas palavras, estágio é uma oportunidade prática de aprender (ou de aprender na prática). É essencial para a formação acadêmica de qualquer curso (principalmente daqueles essencialmente teóricos). É o meio termo entre o estudante e o profissional.
Infelizmente, nem todos os estágios oferecem todo o aprendizado de que se poderia tirar proveito. É que em muitos lugares os estagiários estão lá para servir cafezinho, arrumar arquivo, atender telefone...
Para a minha felicidade, meu primeiro estágio foi logo uma tremenda responsabilidade. É, eu também arrumo arquivos, organizo pastas, atendo o telefone... mas tenho que regular os prazos, orientar os acadêmicos do 5º ano que vão fazer estágio obrigatório, e muitas vezes fazer as peças. Isso é ótimo!
Sabe o que é melhor? A vara da infância tem processos na área cível e penal. No início parece muito. Tem que ser uma esponja pra pegar rápido, porque o ritmo de trabalho é uma loucura (exceto quando a juíza ta de férias). Oportunidade de ouro ter um estágio que te permite aprender.
A parte negativa é que na maioria das vezes você tem que adiar o seu grito de independência financeira. Estágios não costumam pagar bem. É uma escolha. Eu escolhi investir na carreira.
Qualquer concurso qeu eu faça agora vai me atrapalhar quando eu tiver que fazer monografia e estágio obrigatório, vai me atrapalhar na produção acadêmica, vai ocupar horas preciosas... Qualquer emprego que eu arrume agora será mais um peso que um alívio: eu rpeciso investir na minha carreira. Agora é a hora de aprender. Depois eu penso no dinheiro. (Quem mora com os pais pode ter ess tranquilidade, né?)
Ah, claro! Abriram vagas para estágio no NEDIJ (onde eu faço estágio) e no Núcleo de Prática Jurídica da Vila C. O NEDIJ paga menos, mas tem mais trabalho. Na Vila C o pagamento até que é bom, mas fica no fim do mundo (a não ser que você more lá), e sempre tem gente do 5º ano pra fazer tudo o que é interessante.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Público
Servidor público: o indivíduo que mantém, com o Estado ou entidades de sua Administração direta ou indireta, relação de trabalho de natureza profissional e caráter não eventual, sob vínculo de dependência. (José Augusto Rodrigues Pinto e Rodolfo Pamplona Filho)
A partir dessa descrição, podemos observar diversos profissionais que se encaixam no perfil, não? Inclusive policiais, juízes, promotores...
A quem serve o servidor público, senão ao povo? Deve algum servidor público achar-se na categoria de sobre-humano, com direito a ter mais respeito que os demais, mais honras que os demais, simplesmente pela sua situação profissional?
É certo que um policial deve ser respeitado pela farda que carrega, mas igualmente devem ser respeitados os demais cidadãos. Sei de muitos que, mesmo despidos de sua farda, comportam-se exigindo respeito maior que exigiriam se não tivesse passado naquele concurso...
O mesmo vale para promotores, juízes e outros cargos investidos de autoridade. É claro que a autoridade aqui é inconteste. Essas pessoas, devido à função, possuem poderes incríveis e perigosos. Isso com certeza dá a alguém uma certa autoridade sobre as demias pessoas, mas de forma alguma exclui a responsabilidade.
Se essas pessoas têm tal poder, é porque alguém deu a elas esse direito, com o dever de usá-lo com responsabilidade, para o bem comum.
É público. É do povo.
Fiscalize, é direito seu.
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Now playing: JOÃO ALEXANDRE - ESQUINAS CRUÉIS
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A partir dessa descrição, podemos observar diversos profissionais que se encaixam no perfil, não? Inclusive policiais, juízes, promotores...
A quem serve o servidor público, senão ao povo? Deve algum servidor público achar-se na categoria de sobre-humano, com direito a ter mais respeito que os demais, mais honras que os demais, simplesmente pela sua situação profissional?
É certo que um policial deve ser respeitado pela farda que carrega, mas igualmente devem ser respeitados os demais cidadãos. Sei de muitos que, mesmo despidos de sua farda, comportam-se exigindo respeito maior que exigiriam se não tivesse passado naquele concurso...
O mesmo vale para promotores, juízes e outros cargos investidos de autoridade. É claro que a autoridade aqui é inconteste. Essas pessoas, devido à função, possuem poderes incríveis e perigosos. Isso com certeza dá a alguém uma certa autoridade sobre as demias pessoas, mas de forma alguma exclui a responsabilidade.
Se essas pessoas têm tal poder, é porque alguém deu a elas esse direito, com o dever de usá-lo com responsabilidade, para o bem comum.
É público. É do povo.
Fiscalize, é direito seu.
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terça-feira, 11 de agosto de 2009
O Retorno
Depois de 15 dias sem aula (na verdade antes.. voltam as aulas no dia 17) por causa da gripe A.
Depois de descobrir que mudarei de cidade e farei vestibular de novo.
Depois de tirar o blog do ar e ficar dias se arrependendo disso.
A pirralha voltou!
[EEEEE! \o/]
Voltei com a agenda cheia. Aqui no estágio está tudo muito corrido. Mesmo com a juíza de férias, o atendimento não para. E eu que resolvi aproveitar a suposta folga pra arrumar o arquivo! Estou trabalhando o triplo agora (Bem feito!).
Na Uni, apesar de não termos aulas, tem trabalho de Teoria do Processo que eu ainda não fiz. Prova de Penal na segunda-feira - que já foi duas vezes adiada por causa do prolongamento do recesso. E o Jurisciência.
Alguém aí deve se lembrar (ou não) que eu falei disso ano passado. É a semana acadêmica de Direito - que esse ano terá só três dias... E como ano passado eu morri de medo de fazer um artigo capenga e não mandei nada, esse ano estou me obrigando a escrever. Ja passei da terceira página, rs. Marquei na agenda pra terminar até o fim da semana. O tema? Justiça Restaurativa nas Varas de Infancia e Juventude, hahaha.
Enfim (essa palavra ta me perseguindo), quase morri de saudade do blog. Mas estou viva e estou aqui. Estudando por cinco, agora. Com artigo, prova, trabalho, vestibular... Cada uma que me inventam! (Na verdade eu é que invento demais).
Beijo!
PS: Aos estudantes que realmente estudam, aos advogados que se comprometem, aos juristas que buscam a justiça, parabéns pelo vosso dia (:
Depois de descobrir que mudarei de cidade e farei vestibular de novo.
Depois de tirar o blog do ar e ficar dias se arrependendo disso.
A pirralha voltou!
[EEEEE! \o/]
Voltei com a agenda cheia. Aqui no estágio está tudo muito corrido. Mesmo com a juíza de férias, o atendimento não para. E eu que resolvi aproveitar a suposta folga pra arrumar o arquivo! Estou trabalhando o triplo agora (Bem feito!).
Na Uni, apesar de não termos aulas, tem trabalho de Teoria do Processo que eu ainda não fiz. Prova de Penal na segunda-feira - que já foi duas vezes adiada por causa do prolongamento do recesso. E o Jurisciência.
Alguém aí deve se lembrar (ou não) que eu falei disso ano passado. É a semana acadêmica de Direito - que esse ano terá só três dias... E como ano passado eu morri de medo de fazer um artigo capenga e não mandei nada, esse ano estou me obrigando a escrever. Ja passei da terceira página, rs. Marquei na agenda pra terminar até o fim da semana. O tema? Justiça Restaurativa nas Varas de Infancia e Juventude, hahaha.
Enfim (essa palavra ta me perseguindo), quase morri de saudade do blog. Mas estou viva e estou aqui. Estudando por cinco, agora. Com artigo, prova, trabalho, vestibular... Cada uma que me inventam! (Na verdade eu é que invento demais).
Beijo!
PS: Aos estudantes que realmente estudam, aos advogados que se comprometem, aos juristas que buscam a justiça, parabéns pelo vosso dia (:
sábado, 18 de julho de 2009
Para Adotar
Alguém aí achou a nova lei da adoção? Só encontrei o projeto.
To doida pra falar disso aqui. Se tem um processo que eu gosto de trabalhar é adoção. :)
Até logo!
To doida pra falar disso aqui. Se tem um processo que eu gosto de trabalhar é adoção. :)
Até logo!
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Em Férias
Hoje é meu último dia de férias completas. Fizemos uma escala no núcleo para que cada um tivesse uma semana. Na Unioeste as aulas voltam dia 20, mas acho que só terei aula dia 24 - dois professores já tinham adiantado essas aulas e avisaram que faltariam.
Essa semana fui à Curitiba. Como turista, fui bem iludida pra Curitiba. ME disseramq eu era uma cidade perfeita, limpa, ouvi até dizer que não tinha nem favela. Besteira... Curitiba é uma cidade grande com problemas de cidade grande, mas não deixa de ser uma cidade liiiiinda. Um clima maravilhoso, friozinho, fresquinho.. Ô delícia!
É claro que eu fui naquele predio lindo-maravilhoso que é o prédio histórico da UFPR. Fui lá para pedir esclarecimentos sobre o PROVAR.
PROVAR é o programa de transferência da UFPR. Site. Esse ano, o programa foi cancelado! Sim, parece que vão rever os conceitos e mudar os critérios da transferência. Ótimo! Estava mesmo precisando. Mas e quem precisa do PROVAR? Só fazendo o vestibular de novo!
Estou lendo Dos delitos e das penas de Beccaria. O fichamento faz parte de um programa de estudos que eu planejei para escrever um artigo sobre Justiça Restaurativa para a semana acadêmica. Será que agora vai?
Enfim, era só pra dizer que estou viva e estava de férias. Ah, e que tirei 100 em Direito Civil I (a prova abaixo). Viva!
Essa semana fui à Curitiba. Como turista, fui bem iludida pra Curitiba. ME disseramq eu era uma cidade perfeita, limpa, ouvi até dizer que não tinha nem favela. Besteira... Curitiba é uma cidade grande com problemas de cidade grande, mas não deixa de ser uma cidade liiiiinda. Um clima maravilhoso, friozinho, fresquinho.. Ô delícia!
É claro que eu fui naquele predio lindo-maravilhoso que é o prédio histórico da UFPR. Fui lá para pedir esclarecimentos sobre o PROVAR.
PROVAR é o programa de transferência da UFPR. Site. Esse ano, o programa foi cancelado! Sim, parece que vão rever os conceitos e mudar os critérios da transferência. Ótimo! Estava mesmo precisando. Mas e quem precisa do PROVAR? Só fazendo o vestibular de novo!
Estou lendo Dos delitos e das penas de Beccaria. O fichamento faz parte de um programa de estudos que eu planejei para escrever um artigo sobre Justiça Restaurativa para a semana acadêmica. Será que agora vai?
Enfim, era só pra dizer que estou viva e estava de férias. Ah, e que tirei 100 em Direito Civil I (a prova abaixo). Viva!
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